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	<title>Nim Brasil &#8211; Nim Brasil</title>
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	<description>Soluções em Bioproteção e Nutrição Vegetal</description>
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		<title>Neem: Eficiência no controle da mosca-branca no tomateiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nim Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 20:13:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[Inseticida Natural]]></category>
		<category><![CDATA[Mosca-Branca]]></category>
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<p>O&nbsp;<a href="https://www.nimbrasil.com.br/"><strong>óleo de neem</strong></a>&nbsp;pode ser utilizado para o<a href="https://girorural.com/oleo-de-neem-controle-de-pragas-do-cafeeiro/"><strong>&nbsp;controle de pragas</strong>&nbsp;</a>na produção de tomate orgânico e convencional. Sua aplicação está proporcionando excelentes resultados no controle da mosca-branca no tomateiro, sendo um inseticida totalmente natural, que não polui, não é nocivo à saúde humana e é eficiente no combate a mais de 500 espécies de insetos e ácaros. Pode ser usado em tratamentos preventivos ou de controle. A ação dos extratos de neem sobre insetos é bastante variável de espécie para espécie.</p>



<p>Pode afetar o desenvolvimento, atrasar seu crescimento, reduzir a fecundidade e fertilidade dos adultos, alterar o comportamento e causar diversas anomalias nas células e na fisiologia dos insetos.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Alvo: mosca-branca</h2>



<p>A mosca-branca Bemisia tabaci (Genn.) é um inseto polífago e de rápida reprodução, causadora de prejuízos em praticamente todas as culturas cultivadas no Brasil.</p>



<p>A principal forma de controle ainda é por meio de produtos químicos convencionais, entretanto, o uso frequente e de forma inadequada tem causado desequilíbrio biológico e o surgimento de insetos resistentes, o que acarreta perdas de produtividade ainda maiores.</p>



<p>Devido a isso, tem-se procurado práticas que possam servir de alternativa para controle de tal praga. Assim, o neem (Azadirachta indica A. Juss.), planta cujos extratos apresentam capacidade repelente, inibidora de alimentação e reguladora de crescimento para várias espécies de pragas, apresenta-se como uma opção para controle menos tóxico e mais seletivo.</p>



<p>A bioatividade de derivados de neem é decorrente do sinergismo de diferentes compostos, especialmente limonoides, sendo a azadiractina o componente ativo majoritário, presente em folhas,<br>frutos e sementes.</p>



<p>Esses extratos ocasionam efeitos agudos e crônicos, como inibição alimentar, alongamento da duração da fase imatura, redução da fecundidade e fertilidade,<br>alterações comportamentais e anomalias celulares, além de inibição de oviposição.</p>



<p>Também podem causar alterações no sistema hormonal, o que leva a distúrbios no desenvolvimento, deformações, infertilidade e mortalidade nas diversas fases dos insetos.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Prejuízos e sintomas</h2>



<p>Tal inseto causa danos diretos no tomateiro pela sucção da seiva, injeção de toxinas e liberação de honeydew, e indiretos pela formação de fumagina e transmissão de doenças viróticas. As moscas-brancas do complexo Bemisia tabaci representam um dos grupos de pragas mais importantes do mundo, principalmente como vetor de centenas de espécies de vírus de plantas, destacando-se aqueles do gênero Begomovirus, família Geminiviridae.</p>



<p>Esses vírus geralmente produzem nas plantas infectadas sintomas de clorose (leve amarelecimento) entre as nervuras, deformação foliar e nanismo (diminuição do crescimento da planta). Muitas<br>vezes o sintoma é severo, com o aparecimento de um mosaico bem amarelo nas folhas, o que faz com que os produtores denominem a doença como mosaico-dourado.</p>



<p>São várias as espécies de geminivírus que causam o mosaico-dourado do tomateiro no Brasil. Os sintomas podem ser severos, em casos de infecção precoce, diminuindo a produtividade devido à<br>produção de menor número e tamanho de frutos.</p>



<p>Em infecções mais tardias, os prejuízos são menores. Em geral, as plantas infectadas são mantidas nas lavouras, pois elas continuam produzindo mesmo com a infecção. Isso faz com que esta seja<br>uma fonte de vírus para as plantas sadias.</p>



<p>Quando a infecção ocorre em plantas novas (plantas com idade entre 0 e 14 dias do transplantio), o tomateiro não se desenvolve bem e a produção de frutos é reduzida drasticamente. Em infecções um pouco mais tardias, até um mês após o transplantio, os sintomas são nítidos, mas os prejuízos são menores.</p>



<p>A doença é mais frequente no período seco e quente do ano, no entanto, surtos epidêmicos têm sido observados durante todo o ano. Assim, é muito importante que o manejo da virose via controle do vetor seja feito de forma preventiva, desde o início do cultivo.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Ação direta e indireta</h2>



<p>Os danos ocasionados pela infestação podem ser divididos em diretos e indiretos. Os primeiros são visualizados na presença de altas populações do inseto nas plantas, resultando no enfraquecimento das mesmas e no aparecimento de anormalidades nos frutos e consequente perda na produção.</p>



<p>A isoporização da polpa e a desuniformidade na maturação são decorrentes da ação de toxinas injetadas pelas moscas-brancas durante sua alimentação na planta.</p>



<p>Os danos indiretos são causados pela transmissão de vírus (geminivírus e crinivírus) e pela excreção de substâncias açucaradas, o “honeydew”.</p>



<p>Estas substâncias, quando presentes em excesso, permitem o desenvolvimento da fumagina. O crescimento deste fungo nas folhas reduz o processo fotossintético, dessa forma, a produção e a qualidade dos frutos são afetados. No entanto, o principal dano causado pelas moscas-brancas à cultura do tomateiro é a transmissão de vírus.</p>



<p>Os frutos atacados pelo inseto manifestam irregularidade na maturação, apresentam manchas esbranquiçadas no local de inserção do aparelho bucal do inseto, além de ficar com aspecto “isoporizado”.</p>



<p>Perante esses sintomas, o fruto do tomateiro perde qualidade para comercialização, o que acarreta em menores índices de produção, uma vez que não são utilizados para alimentação humana.</p>



<p>Tais fatores, principalmente a desuniformidade na maturação, dificultam o reconhecimento do ponto de colheita e causam queda na produção, no preço e na qualidade da polpa, o que reflete de forma negativa na lucratividade dos produtores.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Regiões mais afetadas</h2>



<p>A mosca-branca está em quase todos os Estados do Brasil, mas principalmente no Cerrado brasileiro, pelos fatores climáticos favoráveis ao seu desenvolvimento, como temperatura elevada e umidade baixa.</p>



<p>Contudo, tal praga apareceu primeiramente na região sudeste e em seguida nas regiões centro-oeste, sul e nordeste, provocando grandes perdas à agricultura brasileira.</p>



<p>A escolha do hospedeiro para oviposição da mosca-branca está relacionada com a espécie, o estado nutricional, a idade da planta hospedeira e as condições ambientais. Um dos fatores determinantes para a escolha do vegetal para postura de ovos é a cor do mesmo, destacando-se, em ordem de preferência, o verde-amarelado, o amarelo, o vermelho, o alaranjado-avermelhado, o verde escuro e o arroxeado, cores frequentes em todo o ciclo do tomateiro.</p>



<p>Moscas-brancas são insetos sugadores que se alimentam do floema das plantas, tanto na fase imatura (ninfas) como adulta. Deste modo, as partes mais afetadas são as folhas, onde as colônias se estabelecem na face inferior, de preferência no baixeiro das plantas.</p>



<p>A fácil proliferação da mosca-branca é proporcionada por fatores simples que ocorrem naturalmente, sendo de extrema importância aprender a lidar com eles para reduzir o aumento populacional da praga. Uma das principais características que fazem a mosca-branca ter o título de uma praga de difícil controle é seu hábito de polifagia, ou seja, possui uma vasta gama de hospedeiros, entre<br>eles diversas plantas daninhas, o que dificulta ainda mais o seu manejo por constituírem refúgio para a praga até que o tomate seja implantado.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Fatores ambientais</h2>



<p>Assim, o desenvolvimento da praga varia em função do clima e, dessa maneira, quanto mais quente, menor será o ciclo da praga, e como consequência há o aumento do número de gerações deste sugador na lavoura.</p>



<p>O clima seco também favorece a multiplicação da praga, tornando as regiões do centro-oeste, norte e nordeste áreas de alerta para os produtores. Porém, em épocas de muita chuva o produtor encontra dificuldade para aplicar defensivos nas lavouras, sendo que para um bom controle, quanto mais cedo for possível erradicar as primeiras infestações, mais bem-sucedido será o controle, o que não acontece em períodos de muita pluviosidade.</p>



<p>Um fator ambiental interessante é o período das chuvas, onde, em função da ação mecânica das gotas de água, a população adulta dos insetos na cultura do tomate se mostra relativamente baixa, porém, a incidência de geminiviroses transmitidas pela mosca-branca é elevada devido aos altos índices de umidade do período chuvoso.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Formas de controle (preventiva e curativa)</h2>



<p>Para um bom manejo das moscas-brancas no tomateiro utilizando óleo de nem, é necessário que se realizem avaliações constantes da infestação da população no tomateiro. Recomenda-se que o controle seja de forma preventiva.</p>



<p>Tal processo se dá em três fases, sendo o controle da mosca-branca na sementeira ou no campo na fase de plântulas, o controle sistemático durante o período crítico da cultura já em campo e o controle da mosca-branca após o período crítico da cultura.</p>



<p>De forma preventiva, a produção de mudas deve ser realizada em casas de vegetação protegidas com telas para impedimento da entrada dos insetos. Também pode-se realizar, nessa fase da<br>planta, aplicações com extratos de neem por precaução.</p>



<p>Os compostos dessa planta, principalmente a azadiractina, apresentam-se como translaminar, sistêmico e de contato. Já no inseto, tem atuação tanto por contato quanto por ingestão, o que determina sua eficiência mesmo nas menores dosagens estudadas.</p>



<p>O controle pode ser feito com o óleo de neem em soluções que variam de 0,5 a 1%, dependendo do grau de infestação. O intervalo entre as pulverizações dependerá, também, do grau de<br>infestação e/ou reinfestação, contudo, recomenda-se que seja a cada sete dias.</p>



<p>Sempre lembrando que a aplicação&nbsp; preventiva deve ser prioridade, haja vista que a mosca-branca conta com rápido alastramento e ciclo de no mínimo 21 dias, por isso, as plantas protegidas<br>previamente ao seu ataque serão o melhor manejo.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Na dose certa</h2>



<p>Para efeito repelente dessa praga, dilui-se 10 ml do óleo de neem em 1,0 litro de água e realiza-se a pulverização de toda a planta, inclusive embaixo das folhas a cada 10 dias. Quando almeja-se a eliminação de larvas, é recomendada a pulverização de 10 ml do óleo dissolvido em 1,0 litro de água na planta. Para controle de ovos, é recomendado o uso de caldas com concentrações de até 3%.</p>



<p>Ainda não há informações detalhadas sobre doses específicas para cada inseto. Entretanto, de modo geral, as seguintes doses têm apresentado eficácia no controle, principalmente de pragas de<br>hortaliças: óleo emulsionável: 5,0 ml/litro de água; sementes secas: 30 a 40 g/litro de água; folhas: 40 g a 50 g/litro de água.</p>



<p>É fato que o nível de infestação de mosca-branca cresce linearmente com o passar do tempo, devido, principalmente, à migração dos adultos originários de outros cultivos. Por isso a importância do monitoramento, com a realização do caminhamento em zigue-zague por toda a área de cultivo do tomateiro, sempre se atentando às bordaduras. Deve-se quantificar os adultos em dez plantas/ponto, num total de cinco pontos/área de no máximo 50 ha, sendo consideradas infestadas as plantas que apresentarem um ou mais adultos.</p>



<p>No caso das ninfas, o procedimento deve ser o mesmo, porém, a observação e a quantificação poderão ser feitas com maior qualidade. Para isso, recomenda-se a utilização de uma lupa de bolso<br>com aumento mínimo de oito vezes e o número médio para a tomada de decisão pode ser de dez ninfas/folíolo.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Eficiência comprovada</h2>



<p>Diversos resultados de pesquisas realizadas a campo e em laboratório têm demonstrado a ação inseticida do óleo de neem em mosca-branca. Gon et al. (2014) demonstrou eficiência das concentrações do extrato de neem na incidência de ninfas eclodidas, com uma redução de aproximadamente 70% em relação à testemunha.</p>



<p>O uso do neem também é eficiente no controle das ninfas, tanto pela aplicação diretamente nelas quando permanecem no tomateiro, como de forma residual. Soma-se à ação reguladora de<br>crescimento quando ingerida diretamente pela mosca-branca, provocando morte entre dois e cinco dias após o tratamento ou durante a ecdise.</p>



<p>Contam, ainda, com a ação translaminar, o que garante maior proteção contra os fatores do ambiente, tais como temperatura e raios ultravioletas, o que tende a aumentar a persistência do produto sobre o tomateiro, conduzindo a uma redução na oviposição e aumento da mortalidade ninfal da mosca-branca por mais tempo.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Produção mais sustentável</h2>



<p>No sistema Caramuru tratamos o vegetal como um todo, ou seja, damos atenção desde o tratamento de sementes, melhoria da fertilidade do solo com o Natural Humics (condicionador de solos), mais o&nbsp;<a href="https://girorural.com/neem-eficiencia-no-controle-da-mosca-branca-no-tomateiro/"><strong>controle de pragas</strong></a>&nbsp;com óleo de neem Conc. (carência ZERO) da&nbsp;<a href="http://www.nimbrasil.com.br/"><strong>Nim Brasil</strong></a>, fungicida e bactericida bioprotetores (carência ZERO).</p>



<p>Aliado a isso, trabalhamos com a nutrição foliar complementar à adubação de solo com os fertilizantes especiais Fullgreen (toda linha é aditivada), que tem em sua formulação os 12 principais micro e macro nutrientes de forma balanceada, e o sistema tem sua recomendação mediante análise da necessidade específica de cada cultura.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Benefícios do sistema Caramuru no tomateiro:</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Maior e melhor desenvolvimento radicular (profundidade e lateralidade)</li><li>Maior aproveitamento dos fertilizantes de solo</li><li>Melhor desenvolvimento vegetativo (precocidade)</li><li>Maior calibre das guias/ponteiras</li><li>Folhas bem maiores e mais espessas (protegem os frutos do sol)</li><li>Maior pegamento/vingamento das flores</li><li>De dois a cinco cachos a mais por planta</li><li>Maior número de frutos por cacho</li><li>Frutos maiores e mais uniformes (70 a 90% dos frutos de primeira)</li><li>Aumento real da produtividade entre 20 a 40%</li><li>Grande redução de custos para o produtor, com menos entrada na lavoura</li><li>Lavoura bem mais rentável, com melhoria da imagem junto aos seus&nbsp;clientes.</li></ul>



<p>A Nim Brasil Controle Biológico e Nutricional, uma empresa genuinamente brasileira, atua no mercado desde 2009, e tem como meta levar ao produtor rural formas de manejar as culturas com o objetivo de produzir de forma mais sustentável, reduzindo o uso de agrotóxicos e melhorando a qualidade de vida do produtor.</p>



<p>Também visa reduzir custos, com o aumento da produtividade, além de produzir alimentos mais nutritivos e saudáveis para o consumidor final. Para conhecer melhor nosso trabalho, assistam alguns vídeos em nosso site:&nbsp;<a href="http://www.nimbrasil.com.br/">www.nimbrasil.com.br</a>&nbsp;ou no youtube, em especial o vídeo 299 B (Depoimento com números reais de um cliente do Triângulo Mineiro).</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Algumas vantagens do óleo de neem:</h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Redução de custos;</li><li>Mundialmente aprovado para uso na agricultura;</li><li>Não tóxico para o homem e animais domésticos;</li><li>Totalmente biodegradável;</li><li>Usado no controle de mais de 418 tipos de insetos;</li><li>Nematicida, reduz a população de nematoides;</li><li>Ação fitotônica;</li><li>Não mata os predadores naturais;</li><li>Não afeta os microrganismos do solo;</li><li>Grande economia de água e manejo, pois reduz o número de pulverizações e entradas na lavoura.</li></ul>



<p><strong>Renata Lunardi Begnini</strong><br>Graduanda em Engenharia Agronômica – Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT)<br>renatanovamutum@hotmail.com</p>



<p><strong>Rafael Rosa Rocha</strong><br>Engenheiro agrônomo e mestrando em Ambiente e Sistemas de Produção Agrícola – UNEMAT<br>rafaelrochaagro@outlook.com</p>



<p><strong>Fernanda Lourenço Dipple</strong><br>Zootecnista, engenheira agrônoma, especialista em Perícia e Licenciamento Ambiental, mestra em Ambiente e Sistemas de Produção Agrícola e professora de Fitotecnia – UNEMAT<br>fernanda.dipple@gmail.com</p>



<p><strong>Emerson Castro</strong><br>Representante comercial Nim Brasil</p>



<p><strong>Quer saber mais sobre o óleo de Nim da Nim Brasil?<a href="https://bit.ly/chamar-no-whatsapp-nim-brasil">&nbsp;Chamar no WhatsApp</a></strong></p>
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		<title>Óleo de Neem: Uma ferramenta eficaz contra bicho-mineiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nim Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 17:10:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bicho-mineiro]]></category>
		<category><![CDATA[Inseticida orgânico]]></category>
		<category><![CDATA[Nim Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Nim Indiano]]></category>
		<category><![CDATA[Óleo de Neem]]></category>
		<category><![CDATA[Óleo puro]]></category>
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					<description><![CDATA[O óleo de neem é um inseticida orgânico obtido a partir da prensagem a frio de sementes da árvore de neem (Azadirachta indica), na forma de óleo puro. O principal componente biológico ativo do neem é a azadiractina, um tetranortriterpenoide limonoide solúvel em água e álcool, encontrado principalmente nas sementes. A azadiractina não mata imediatamente [&#8230;]]]></description>
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<p>O<a href="https://www.nimbrasil.com.br/"><strong> óleo de neem</strong></a> é um inseticida orgânico obtido a partir da prensagem a frio de sementes da árvore de neem (Azadirachta indica), na forma de óleo puro.</p>



<p>O principal componente biológico ativo do neem é a azadiractina, um tetranortriterpenoide limonoide solúvel em água e álcool, encontrado principalmente nas sementes.</p>



<p>A azadiractina não mata imediatamente os insetos, porém, causa distúrbios fisiológicos, alterando o desenvolvimento e a funcionalidade de várias espécies de pragas, principalmente devido ao seu efeito de repelência alimentar, interrupção do crescimento e do processo reprodutivo.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Atuação</h2>



<p>Sabe-se que a substância repele ou reduz de forma significativa a ingestão de alimentos de várias pragas agrícolas. O componente químico é tão potente que um simples traço da sua presença<br>impede que alguns insetos cheguem até a tocar as plantas.</p>



<p>A substância apresenta uma semelhança estrutural ao hormônio chamado “ecdysona”, que controla o processo de metamorfose das diversas fases da vida do inseto. Diante dessa semelhança estrutural, a azadiractina irá atuar como bloqueador da produção e liberação desse hormônio, o que causa deformidade, ou até interrupção da troca do exoesqueleto, portanto, os insetos não<br>fazem a troca periódica do exoesqueleto, interferindo negativamente no seu ciclo de vida.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Prejuízo</h2>



<p>O bicho-mineiro causa grandes perdas à produção de café, quando não controlado. Da ordem Lepidotptera, essa mariposa, com coloração branca-prateada, a Leucoptera coffeella na fase de lagarta penetra diretamente no mesófilo foliar (ficando entre as duas camadas da epiderme), no qual se alimenta do parênquima paliçádico ocasionando as chamadas “minas” e provocando a destruição da estrutura.</p>



<p>As folhas atacadas caem, prejudicando o processo de fotossíntese, acarretando em diminuição da produção. Dependendo do grau da infestação, a desfolha pode reduzir em até 72% a produção.<br>Os sintomas são mais visíveis na parte alta da planta, onde se observa um grande desfolhamento, quando o ataque é intenso.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidados na aplicação</h2>



<p>Segundo Martinez (2002), o óleo inseticida é extraído pela prensagem das sementes, obtendo-se no máximo 47% de óleo, que contém cerca de 10% da azadiractina existente no fruto.</p>



<p>Para a produção dos extratos deve-se triturar as sementes ou frutos em água, deixando a mistura descansar por 12 horas e filtrando-se o líquido obtido.</p>



<p>O mesmo procedimento pode ser usado para folhas frescas ou secas, no entanto, o que vai diferenciar é a concentração de azadiractina no extrato obtido, que normalmente será inferior.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Eficiência</h2>



<p>Segundo a Embrapa, para maior eficiência, a aplicação do produto do extrato de semente de neem (10 g/L azadiractina) deve ser feita nos ovos do bicho-mineiro, nas concentrações de 0,025 a 0,1<br>g/L, o que causa inibição na formação de minas nas folhas.</p>



<p>Estudos apontam que a redução do número de ovos de bicho-mineiro após a aplicação do óleo é de 50%, comparado a plantas não tratadas.</p>



<p>No caso da aplicação em folhas com minas em estádio inicial (qualquer concentração), irá favorecer a paralisação do desenvolvimento do inseto, indicando que o produto apresenta ação translaminar.</p>



<p>A pulverização com óleo de neem em plantas de café (0,125 a 2,5%) demonstrou bons resultados referentes à diminuição de postura e sobrevivência dos ovos. Portanto, pode-se concluir<br>que plantas tratadas com neem provavelmente terão baixa infestação do bicho-mineiro, tanto pela repelência quanto pelo efeito negativo do produto no desenvolvimento da praga.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Recomendações</h2>



<p>É importante ter cuidado com a formulação e a dosagem recomendada, pois pode se tornar tóxico para inimigos naturais. Por exemplo, o fungo Beauveria bassiana, que é importante no controle da broca-do-café, quando aplicado na forma inundativa tem sensibilidade ao óleo, então, recomenda-se o uso do extrato aquoso de folha e semente. Deve-se sempre procurar equilíbrio entre eficiência e seletividade.</p>



<p>É recomendado evitar as horas mais quentes do dia para que o produto não fique diretamente exposto. É necessário fazer isso para que a planta possa absorver todos os nutrientes. Não é recomendado pulverizar na floração, pois poderá ocasionar abortamento.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Custo</h2>



<p>Os inseticidas à base de neem apresentam baixo custo e podem ser produzidos de forma bastante simples. É possível ao produtor obter os produtos das sementes de neem por meio da prensagem de grãos para obtenção do óleo, ou a trituração de sementes em água e deixando descansar por 12 horas para obtenção do extrato.</p>



<p>Porém, para quem não tem acesso às sementes, existem produtos industrializados em diferentes formulações, concentrações e graus de pureza. A forma pura do óleo pode ser encontrada por cerca de R$ 50,00/L.</p>



<p>Vale ressaltar que os produtos à base de neem apresentam baixo custo e são de fácil manipulação, o que não significa que possam ser utilizados indiscriminadamente. Seu uso deve ser de acordo com as recomendações técnicas.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Damaris Eugenia Dina</strong><br>eugeniadamaris@gmail.com</p>



<p><strong>Luan Fernando Mendes</strong><br>luan.mendes14@hotmail.com<br>Graduandos em Engenharia Agronômica<br>&#8211; Centro Universitário Sudoeste Paulista<br>(UNIFSP)</p>



<p><strong>Bruno Novaes Menezes Martins</strong><br>Engenheiro agrônomo, doutor em<br>Horticultura e professor &#8211; UNIFSP<br>brunonovaes17@hotmail.com</p>
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		<title>Óleo de neem: Controle de pragas do cafeeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nim Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 17:02:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O óleo de neem da Nim Brasil não afeta os polinizadores nem os inimigos naturais, por não conter nenhum princípio ativo dos inseticidas convencionais. É um produto sistêmico, também com ação “ovicida”, ação “anti-alimentícia” (muitos insetos morrem de fome), bloqueia a ecdise dos insetos, ou seja, no momento em que vai mudar de fase, seu [&#8230;]]]></description>
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<p>O <strong><a href="https://www.nimbrasil.com.br/produtos/">óleo de neem da Nim Brasil</a></strong> não afeta os polinizadores nem os inimigos naturais, por não conter nenhum princípio ativo dos inseticidas convencionais. É um produto sistêmico, também com ação “ovicida”, ação “anti-alimentícia” (muitos insetos morrem de fome), bloqueia a ecdise dos insetos, ou seja, no momento em que vai mudar de fase, seu órgão responsável por produzir o hormônio ecdysona, da mudança de fase, é afetado pelos princípios ativos do neem, que segundo a literatura mundial, tem mais de 160.</p>



<p>Dentre eles, o mais conhecido é a azadiractina. Dessa forma, o inseto jovem não chegará à fase adulta, e os insetos adultos, uma vez que se alimentam de partes da planta tratada com óleo de neem, serão afetados em seu sistema reprodutivo e ficarão estéreis, quebrando o ciclo de vida do inseto.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Na prática</h2>



<p>Temos áreas de café com cinco para seis anos de uso do nosso óleo de neem, onde se reduziu as aplicações de inseticidas e acaricidas em cerca de 80 a 100%, como pode ser visto nas fotos.</p>



<p>O objetivo é de se formar um exército de inimigos naturais para que estes passem a predar os insetos, que causam prejuízos aos produtores e, dessa forma, criamos um ciclo vicioso, ou seja, quanto mais o tempo passar, menos aplicações do nosso óleo de neem serão necessárias, e com isso há redução de custos, na maioria dos casos, muito grande, além de reduzir em cerca de 30 a 50%, em alguns casos até mais, o número de aplicações/entradas na lavoura.</p>



<p>Este é um produto com carência zero, desta forma, o produtor pode tirar suas conclusões a respeito da saúde e qualidade de vida de todos os envolvidos no processo produtivo, além de melhorar a qualidade da bebida. Para muitos produtores é algo novo, mas seu uso data de mais de 4.500 anos pela Ayurveda (medicina indiana).</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">A Nim Brasil</h2>



<p>Somos uma empresa 100% brasileira que tem como objetivo ajudar o produtor a produzir com qualidade e sustentabilidade. Além do óleo de neem concentrado, temos também uma gama de<br>produtos, como: condicionador de solos, tratamento para nematoides via solo, bactericidas, fungicidas, todos bioprotetores, Protect Sil (silício especial para aplicações via folha), além de uma linha completa de fertilizantes foliares.</p>



<p>Ao nosso sistema de trabalho denominamos Sistema Caramuru, que tem por objetivo tratar o vegetal como um todo, desde a melhoria da microbiota do solo, disponibilização de nutrientes retidos no solo e controle de pragas, sempre de maneira bioprotetora, bem como a nutrição foliar com 12 micro e macronutrientes, que visam o desenvolvimento vegetativo mais rápido e o aumento do número de internódios, bem como o número de rosetas, com frutos de alta qualidade.</p>



<p>Dessa forma, reduz bastante a discrepância da “bianuidade”, fazendo com que o produtor tenha em um ano “safra alta”, em seguida safra média alta, extinguindo a “safra baixa”.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Emerson Castro</strong><br>Proprietário da Nim Brasil, consultor e administrador<br>vendas@nimbrasil.com.br</p>
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